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OBSERVATÓRIO DA CULTURA: laboratório multidisciplinar de estudos e pesquisa - OFICINA, APRENDENDO A ELABORAR UM PROJETO


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OBSERVATÓRIO DA CULTURA: laboratório multidisciplinar de estudos e pesquisa

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OFICINA, APRENDENDO A ELABORAR UM PROJETO

Pesquisar ensinando & aprender errando

A oficina, seja no ensino ou no planejamento, é um ambiente de solução de um determinado problema teórico-prático.

Neste exemplo, o problema é como aprender, numa instituição de ensino superior (IES) fazendo uma pesquisa cientítica metódica, sistemática cujo resultado seja suficientemente bom para ser submetido a uma revista científica.

Os objetivos desta nota de aula são:

a) mostrar, a partir de um caso, como a pesquisa pode ser estratégia de ensino e produção de texto em disciplina de graduação;

b) cadastrar uma pesquisa no Currículo Lattes do professor;

c) preparar a sinopse de uma publicação científica.

d) aprender trabalhando e vendo o trabalho dos outros, como numa oficina de marcenaria: vez, faz,  erra, corrige.

Como citar esta nota:
PINHEIRO, Daniel R. de C. Oficina, aprendendo a elaborar um projeto: pesquisar ensinando & aprender errando. Disponível em: http://www.observatorio.pro.br. Acessado em 31 jan 2009


Oficina: aprendendo a elaborar um projeto

                     “Experiência é o nome dos nossos erros” 
                     (Mr. Henri, personagem de Oscar Wilde).

1. NOME. Pesquisar ensinando & aprender errando

2. OBJETIVOS. Mostrar como a pesquisa pode ser estratégia de ensino e produção de texto em disciplina de graduação. Cadastrar uma pesquisa no Currículo Lattes do professor. Preparar a sinopse de uma publicação científica. Aprender com ensaios e erros.

3. Número de participantes: 5 a 12.
4. Duração: 4 horas corridas.
5. Plano de trabalho
 
Unidade (tarefa)
Atividade
Materiais, instalações e métodos.
Duração (min)
O plano
Apresentação do plano da oficina
Sala de aula. Data show.
15min
Produto: projeto de pesquisa.
Elaboração de projeto de pesquisa de até 15 linhas, em padrão Lattes.
Sala com computadores e internet; papel e caneta.
30 min
Aprovação do projeto de pesquisa.
Apresentação individual de cada projeto.
Discussão.
Solicitação do aprovo.
(1) Aprovação, (2) aprovação com ajustes, (3) desaprovação.
Sala de aula.
Data show ou retroprojetor.
Quadro. Pincel ou giz.
90 min
Intervalo
Após 90 min de oficina, mesmo que se interrompa as apresentações.
Merenda
10min
Painéis

Dividir a sala em dois grupos. Preparar os painéis I e II e os apresentar aos colegas.

Sala com computadores e internet.
45 min
Painel I.
Produção científica para o CNPq.

Apresentar o painel I em diapositivos (slides) respondendo a duas perguntas: (1) O que é produção científica para a Plataforma Lattes?

(2) E como os pesquisadores PQ as cadastram?
Sala com computadores e internet.
15 min
Painel II
Duas pesquisas que podem ser realizadas em sala de aula.
Elaborar diapositivos (slides) respondendo a duas perguntas:

(1) Quais as disciplinas que os professores do grupo ensinam ou ensinaram no semestre anterior?

(2) Que projeto de pesquisa poderia ser executado em todo ou em parte em pelo menos duas dessas disciplinas?

Sala com computadores e internet.
15 min
Discussão dos painéis I e II.
Debate e da publicação e dos resultados esperados.
Sala de aula
15 min
Avaliação
Avaliação da oficina feita em grupo.
Sala de aula
10min
 
Avaliação feita pelo coordenador da oficina.
Enviar por internet.
 
6. METODOLOGIA DE ENSINO: Atividades lúdicas. Exposições audiovisuais. Discussões. Painéis.

7. AVALIAÇÃO. Discussão coletiva. Avaliação feita por cada participante.

8. REFERÊNCIAS.

POPPER, Karl R. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 1972.
PRONAF. Facilitando a oficina: da teoria à prática. Disponível em: http://www.pronaf.gov.br/dater/arquivos/0730612391.pdf Acessado em: 31 jan 2009.

9. LEITURAS INTERESSANTES SOBRE EDUCAÇÃO ESTÉTICA SUGERIDAS PELO Prof. Dr. Calos Velázquez.

ARNHEIM, Rudolf. Intuição e intelecto nas artes. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
DEWEY, John. Experiência e natureza. – Lógica. – A teoria da investigação. – A arte como experiência. – Vida e educação. – Teoria da vida moral. São Paulo: Abril cultural, 1980 (col. Os pensadores).
PIAGET, Jean. A formação do símbolo nas crianças. Rio de Janeiro: Zahar, 1975.
SCHILLER, Friedrich. Cartas sobre a educação estética da humanidade. São Paulo: Herder, 1963.

Mail: observatoriodecultura@gmail.com

Daniel Rodriguez de Carvalho Pinheiro

09/02/2009

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