Justiça, Sofrimento e Prazer são experiências cujos significados extrapolam a análise moral. No mundo do trabalho elas parecem repercutir no desempenho dos trabalhadores. E se isso for verdadeiro, pergunta-se: que correlação empírica existe entre o sofrimento do trabalhador do comércio varejista e a percepção dele de justiça na organização? Em busca de respostas, foram construídos os objetivos do estudo. São eles: analisar a relação entre a percepção de justiça nas empresas e o sofrimento dos trabalhadores; discutir os conceitos de justiça e sofrimento no trabalho; analisar se a percepção de justiça e a vivência sofrimento são diretamente ou inversamente proporcionais; e, compreender se é possível utilizar-se de um ambiente justo para dar maior estabilidade à atuação profissional dos trabalhadores (vendedores de varejo) e reduzir o sofrimento laboral deles. Dois instrumentos de pesquisa — de natureza quantitativa — testados, validados e consolidados em outros trabalhos científicos constroem a ponte entre teoria e campo empírico — a Escala de Percepções de Justiça de Colquitt e a Escala de Indicadores de Prazer e Sofrimento no Trabalho de Mendes. Curiosamente, a pesquisa dá indícios de que sofrimento e justiça não estão diretamente correlacionados no mundo dos negócios.
Baixe o texto completo em PDFPaloma Machado de Moreira; Daniel Rodriguez de Carvalho Pinheiro; Francisco Correia de Oliveira
04/01/2009